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Realismo

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 · 1 comentários

Realidade

*Geni Rodrigues da Silva

Na sombra aconchegante de um lindo pé de ipê vir

Dois jovens a conversar curtindo a vida

Toda beleza, o chão estava lindo.

Como um tapete amarelo

Eram as folhas do ipê enfeitando a passarela

Os jovens ali estavam trajados em grande estilo

Imagine quem eram Realismo e Romantismo. Muito lindo.

Falava dos momentos

Sou especialista e trabalho com emoções.

E sentimentos, faço as pessoas sonhar

Voar nas canções lindas, nos acordes musicais nos corações de quem ama nas noites de serenatas.

Realismo disse: amigo sou um jovem sofisticado nasci com esse destino pra tudo realizar. Já realizei sonhos lindos, mas também muito absurdo

Acompanhei um casal nas noites de aventura que sobre a luz do luar juntinhos faziam juras.

Como o destino é traiçoeiro e cheio de desventura, ela trocou seu amor por um velho careca muito e barrigudo.

Pra não andar de busão e ter um carro de luxo.

Mas quando está só ela chora em um tapete de veludo

O seu pranto é verdadeiro

A mais pura realidade

Dinheiro, carinho, mas não a felicidade.

Por isso vamos embora com as nossas aventuras complementando

A vida pois, nela contém de tudo.

*A aluna Geni é aluna da professora Márcia Magalhães arte educadora da escola professor Alfredo Marien

Desabafo de um Índio

quarta-feira, 2 de novembro de 2011 · 0 comentários


Desabafo de um Índio

*Geni Rodrigues da Silva

Sou um índio brasileiro

Com meu coração ferido

Por ver tantas desordens

Dentro do meu país querido

Quando o homem branco

Aqui chegou, tudo era diferente

Nossas terras intactas com um verde reluzente

Porque chuva não faltava

A gente não desmatava.

Homem branco foi chegando

Como quem manda e não pede

Fazendo grandes clareiras dentro de nossas florestas.

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Nós ficamos até pasmados

Não sabia o que era ganância

Eles correndo atrás do ouro, Carregando diamantes.

Nós cuidávamos das nossas matas como mãe cuida dos filhos,

Delas vinham o sustento para todas as nossas tribos

Com a caça, a pesca e também com as raízes,

Mas tudo era colhido no seu tempo devido.

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Nossas matas eram ricas com a fauna e a flora

Animais de todas as espécies

Mas tudo isso foi embora

O pouquinho que ainda existe destes animais silvestres,

Pessoas sem consciência repetem esta façanha,

São levadas em cativeiros para vender em contrabando.

Por causa das grandes fogueiras que era tão alta as chamas da fumaça

Foi subindo e tingindo os horizontes pouco a pouco

Destruindo a camada de ozônio.

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O culpado é o homem branco deste acontecimento

Em um lugar morre de seca, no outro morre de enchente

Índio não falou metade do que seu coração sente

Estou pedindo a tupã pra ter cuidado da gente.

Estou parando por aqui

Não é falta de argumento

Um caderno seria pouco pra falar desse sufoco

Por isso ponho uma vírgula embargado pelo choro

A terra está cambaleando

O mundo pede socorro.

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*Geni é aluna da Profª. Cida Gonçalves do 1º ano do ensino médio do CEJA Alfredo Marien.

Rondonópolis 2011

ANGOLA

quarta-feira, 27 de julho de 2011 · 0 comentários

Descolonização da Ásia e da África

quarta-feira, 30 de março de 2011 · 1 comentários

A descolonização da Ásia & O fim do domínio inglês na Índia


A Revolta dos Cípaios, 1858, colocou a Índia na esfera do domínio britânico, que culminou com a sagração da rainha Vitória corno imperatriz dos indianos.

A dominação da Índia não foi uma tarefa difícil, pois a ausência de um governo centralizado, a diversidade de religiões e a existência de uma sociedade de castas facilitaram a penetração inglesa.

A partir da década de 1920, Mahatma Gandhi e Jawarharlal Nerhu, através do Partido do Congresso, com apoio da burguesia, passaram a liderar o movimento de independência da Índia.

Gandhi pregava a desobediência civil e a não-violência como meios de rejeição à dominação inglesa, transformando-se na principal figura do movimento indiano pela independência.

A perda do poder econômico e militar pela Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial retirou-lhe as condições para continuar a dominação na Índia.

Em 1947, os ingleses reconheceram a independência indiana, que levou — em função das rivalidades religiosas — à formação da União Indiana, governada por Nerhu, do Partido do Congresso, com maioria hinduísta, e do Paquistão (Ocidental e Oriental), governado por Ali Jinnah, da Liga Muçulmana, com maioria islamita. O Ceilão também se tornava independente, passando a ilha a se denominar Sri-Lanka, com maioria budista.

A independência da Índia resultava de um longo processo de lutas nacionalistas, permeadas pelas divergências religiosas entre hinduístas e muçulmanos, o que levou, em 1949, ao assassinato de Gandhi.

O Paquistão Oriental, em 1971, sob liderança da Liga Auami, separa-se do Paquistão Ocidental, constituindo a República de Bangladesh.


A descolonização da África

No início do século XX, 90,4% do território africano estava sob domínio do colonialismo europeu. Apenas três Estados eram independentes: África do Sul, Libéria e Etiópia.

A descolonização da África ocorreu de forma veloz. Entre 1957 e 1962, 29 países tornaram-se independentes de suas metrópoles européias.


A independência do Egito
O Egito estava sob domínio francês até 1881, quando a Inglaterra assumiu o controle do território. Em 1914, tornou-se um protetorado inglês. (Protetorados eram áreas de dominação onde os colonos gozavam de autonomia de decisões; a metrópole apenas supervisionava por meio de um representante.)
O fim do domínio colonial inglês cessou em 1936. Porém, a Inglaterra não abriu mão do controle que exercia desde 1875 sobre o Canal de Suez.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o Egito foi palco de manobras militares alemãs e italianas, comandadas pelo general Rommel (Afrikakorps). Os ingleses, em 1942, expulsaram as tropas do Eixo e impuseram o rei Faruk no poder.
Em 1952, o general Naguib, com o apoio do Exército, depôs o rei e proclamou a República, assumindo o poder.
Em 1954, o coronel Gamal Abdel Nasser substituiu o general Naguib, mantendo-se no poder até 1970.

A independência do Congo
Em 1867, a Bélgica funda a Sociedade Internacional para a Exploração e Civilização da África, iniciando a ocupação do Congo, que se tornou possessão belga a partir de 1885, e colônia em 1908.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, os movimentos de emancipação se generalizavam na África e, em 1960, na Conferência de Bruxelas, a Bélgica concede a independência do Congo, que passa a constituir a República do Congo.
O governo passou a ser exercido pelo presidente Joseph Kasavubu e pelo primeiro-ministro Patrice Lumumba.
Em seguida à independência do país, na província de Catanga, ocorre um movimento separatista liderado pelo governador Moise Tchombe, que, apesar de proclamar a independência da província, não obteve o reconhecimento internacional. Desencadeou-se, então, uma guerra civil. Catanga recebia apoio de grupos internacionais interessados nos minérios da região e de tropas mercenárias belgas.
Em setembro de 1960, o presidente Kasavubu demite o primeiro-ministro Patrice Lumumba, e Joseph Ileo assume o Gabinete. Lumumba não aceitou sua demissão e o Congo passou a ter dois governos. Então, o coronel Mobutu dissolveu os Gabinetes. Kasavubu foi preservado. Lumumba foi aprisionado e levado para Catanga, onde foi assassinado, em 1961. Sua morte provocou violentas manifestações dentro e fora do Congo. Internamente, a crise política se alastrava, o Congo se fragmentava, e as lutas dividiam a população.
Em 1962, as forças da ONU intervieram no Congo para impedir a secessão de Catanga. Moise Tchombe foi para o exílio.
Assumia o governo Cyrille Adula em meio aos movimentos liderados pelos partidários de Lumumba (morto em 1961), que se tornaria o símbolo da luta congolesa.
Os partidários de Lumumba dominavam boa parte do país, em 1964, quando Adula convida Moise Tchombe (recém-chegado do exílio) para auxiliá-los e vencer os rebeldes. Adula renuncia e Tchombe assume o cargo de primeiro-ministro.
A guerrilha aumentava e, então, os EUA intensificaram a ajuda militar — que já vinha concedendo — ao governo de Tchombe.
Os partidários de Lumumba, em resposta, transformaram 60 norte-americanos e 800 belgas em reféns da guerrilha, o levou a Bélgica a preparar uma ação de resgate, provocando o fuzilamento de 60 reféns pelos guerrilheiros; os demais foram libertados.
O presidente Kasavubu, em 1965, demitiu o primeiro-ministro Tchombe e logo em seguida o general Mobutu dá um golpe e assume a presidência do país, que a partir de 1971, passa a se denominar República do Zaire.


O fim do Império Colonial Português

Portugal foi o pioneiro nas Grandes Navegações dos séculos XV, XVI e XVII. Em 1415, os portugueses iniciavam a conquista de novos mundos, com a tomada de Ceuta, no Norte da África.
A crise na qual mergulhou o Império Português, no século XVII, levou à perda de grande parte de suas colônias para os espanhóis, holandeses e ingleses.
Durante o neocolonialismo, na segunda metade do século XIX, as possessões portuguesas ficaram reduzidas a Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e aos arquipélagos de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe.

Angola
Em 1956, foi fundado o Movimento Popular pela Libertação da Angola, MPLA, que em 1961 desencadeou as lutas pela independência, sob a liderança do poeta Agostinho Neto.
Outros dois movimentos surgiram dentro do processo de lutas de independência: a União Nacional para a Independência Total de Angola, Unita, e a Frente Nacional de Libertação de Angola, FNLA.
Em 1974, foi assinado o Acordo de Alvor, segundo o qual os portugueses reconheceriam a independência de Angola em 1975, devendo ser formado um governo de transição composto pelo MPLA, Unita e FNLA.
Os três grupos iniciaram entre si uma série de divergências que culminaram com uma guerra civil e a invasão do país por tropas do Zaire e da África do Sul (apoiadas pela FNLA e Unita, respectivamente), que recebiam ajuda militar norte-americana.
O MPLA, liderado por Agostinho Neto, solicitou então ajuda de Cuba e, em 1976, derrotou as forças da Unita e da FNLA.

Moçambique
Em 1962, foi criada a Frente de Libertação de Moçambique, Frelimo, por Eduardo Mondlane, que iniciou as lutas pela independência.
Samora Machel, em 1969, assumiu a direção do movimento, que passou a disputar, através da guerrilha, o controle do território.
Em 1975, Portugal reconheceu a independência da República Popular de Moçambique.

Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe
Amilcar Cabral, em 1956, fundou o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde, PAIGC, que desencadeia a luta pela independência a partir de 1961.
Em 1973, mais da metade do território da Guiné estava sob domínio do PAIGC. Nesse ano, Amilcar Cabral é assassinado e assume Luís Cabral a presidência da recém- proclamada República Democrática Antiimperialista e Anticolonialista da Guiné.
Em 1974, o governo português reconhece a independência da Guiné.
Em 1975, Cabo Verde tem sua independência reconhecida por Portugal.
São Tomé e Príncipe, no mesmo ano que Cabo Verde, tem sua independência reconhecida por Portugal.
Em 25 de abril de 1974, ocorreu a Revolução dos Cravos em Portugal, marcando a ascensão de um regime democrático que substituiu o governo fascista do presidente Américo Tomás e do primeiro-ministro Marcelo Caetano, já enfraquecido com a morte de Oliveira Salazar, que governou Portugal entre 1932 e 1970, quando morreu.
O novo governo empossado em 1974 reconhecia no ano seguinte as independências das colônias, o que significou a desintegração do Império Colonial Português.

Conseqüências da descolonização afro-asiática

A principal conseqüência do processo de descolonização afro-asiática foi a criação de um novo bloco de países que juntamente com a América Latina passaram a compor o Terceiro Mundo.
Essa denominação deve-se ao fato de que os países originados a partir desses processos de independência acabaram por manter vínculos de dependência econômica com os países capitalistas desenvolvidos (Primeiro Mundo) ou com países socialistas desenvolvidos (Segundo Mundo).

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