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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 · 0 comentários

Alguns conceitos para melhor compreensão dos temas abordados em sala se aula.

República das Oligarquias

O período que vai de 1894 a 1930 foi marcado pelo governo de presidentes civis, ligados ao setor agrário. Estes políticos saiam dos seguintes partidos: Partido Republicano Paulista (PRP) e Partido Republicano Mineiro (PRM). Estes dois partidos controlavam as eleições, mantendo-se no poder de maneira alternada. Contavam com o apoio da elite agrária do país.
Dominando o poder, estes presidentes implementaram políticas que beneficiaram o setor agrário do país, principalmente, os fazendeiros de café do oeste paulista.
Surgiu neste período o tenentismo, que foi um movimento de caráter político-militar, liderado por tenentes, que faziam oposição ao governo oligárquico. Defendiam a moralidade política e mudanças no sistema eleitoral (implantação do voto secreto) e transformações no ensino público do país. A Coluna Prestes e a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana foram dois exemplos do movimento tenentista.

Política do Café-com-Leite

A maioria dos presidentes desta época eram políticos de Minas Gerais e São Paulo. Estes dois estados eram os mais ricos da nação e, por isso, dominavam o cenário político da república. Saídos das elites mineiras e paulistas, os presidentes acabavam favorecendo sempre o setor agrícola, principalmente do café (paulista) e do leite (mineiro). A política do café-com-leite sofreu duras críticas de empresários ligados à indústria, que estava em expansão neste período.
Se por um lado a política do café-com-leite privilegiou e favoreceu o crescimento da agricultura e da pecuária na região Sudeste, por outro, acabou provocando um abandono das outras regiões do país. As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste ganharam pouca atenção destes políticos e tiveram seus problemas sociais agravados.

Política dos Governadores

Montada no governo do presidente paulista Campos Salles, esta política visava manter no poder as oligarquias. Em suma, era uma troca de favores políticos entre governadores e presidente. O presidente apoiava os candidatos dos partidos governistas nos estados, enquanto estes políticos davam suporte a candidatura presidencial e também durante a época do governo.

Coronelismo

A figura do "coronel" era muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. Era usado o voto de cabresto, em que o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo a violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votasse nos candidatos indicados. O coronel também utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais como: compra de votos, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violência.

O Convênio de Taubaté
fórmula encontrada pelo governo republicano para beneficiar os cafeicultores em momentos de crise. Quando o preço do café abaixava muito, o governo federal comprava o excedente de café e estocava. Esperava-se a alta do preço do café e então os estoques eram liberados. Esta política mantinha o preço do café, principal produto de exportação, sempre em alta e garantia os lucros dos fazendeiros de café.

Subdivisão da República Velha e seus Presidentes

A República Velha é subdividida em dois Períodos:

República da Espada de 1891 a 1894.
Presidentes:
1.Deodoro da Fonseca (1889 a 1891)
2.Floriano Peixoto (1891a 1894)

República Oligárquica que durou até a Revolução de 1930.
Presidentes:
3.Prudente de Morais (1894 a 1898)
4.Campos Sales (1898 a 1902)
5.Rodrigues Alves- 1902 a 1906.
6.Afonso Pena-1906 a 1909.
7.Nilo Peçanha (1909 a 1910)
8.Hermes da Fonseca (1910 a 1914)
9.Venceslau Brás (1914 a 1918)
10.Delfim Moreira (1918 a 1919)
11.Epitácio Pessoa (1919 a 1922)
12.Artur Bernardes (1922 a 1926)
13.Washington Luís (1926 a 1930)


Fonte:
História Crítica- Mário Schmidt

Criacionismo ou evolucionismo??

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 · 0 comentários

Existem várias teorias para o surgimento do Planeta Terra, sendo que as mais aceitas são as da Bíblia, conhecida como criacionismo, e a teoria do evolucionismo, defendida por Charles Darwin.

Segundo a Bíblia: Deus criou a Terra em seis dias e depois descansou no sétimo. Isso você pode ver no primeiro Livro Bíblico chamado Gênesis.

De acordo com a teoria do evolucionismo, o planeta em que vivemos foi criado a partir do Sol, pois o Universo todo teve um momento chamado Big Bang, em que moléculas foram criadas a partir da luz e também a partir do calor... Milhares de anos se passaram para que fossem criados os astros e estrelas. Uma dessas estrelas é o Sol, que no princípio tinha uma composição muito maior e uma força interna muito violenta. Havendo explosões internas, o Sol conseguiu soltar alguns pequenos fragmentos que ficaram vagando pelo espaço e resfriando, esses fragmentos são os planetas. A Terra é um desses planetas que foi "despregada" do Sol e resfriando-se, com o passar de milhares de anos, para que em sua superficie pudesse haver uma crosta. . Assim, devido temperaturas e condições, a Terra começou a criar moléculas vivas que se desenvolveram até chegar ao estado que está hoje.Repare que o núcleo da Terra ainda é uma bola de fogo incandescente que contém o magma, uma lava muito semelhante ao que é encotrado na composição do Sol.

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